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  • Cefaleia tensional e enxaqueca são os tipos de dores de cabeça mais comuns entre os brasileiros




    Presente na vida de praticamente 100% da população, a dor de cabeça não traz muitos riscos, apesar de ser bastante incômoda. Estresse e alimentação são possíveis desencadeadores do problema. O sintoma funciona como alarme de um sistema de defesa, avisando que tem algo errado.

    Em uma pesquisa – recentemente divulgada sob o nome de Global Pain Index –, realizada pela GSK CH e a empresa de consultoria Edelman com
    19 mil participantes em 19 países dos cinco continentes, identificou-se que a cefaleia é a mais frequente de todos os tipos de dor e ocorre em 84% dos participantes. Esse número pode, inclusive, chegar até a 90% nas pessoas da Geração Z e Millennials, o que foi associado a um maior tempo de uso diário de telas. Outros tipos de dores nos Millennials e na Geração Z associados às dores de cabeça e ao uso de dispositivos tecnológicos são as dores no pescoço e nos ombros devido ao uso de smartphones e dores de ouvido associadas ao uso frequente de fones de ouvido.

    As dores de cabeça são uma das principais causas de absenteísmo no trabalho e na escola. Eles também afetam a vida social e familiar. Para algumas pessoas, lutar continuamente contra dores de cabeça pode levar a se sentir mais ansiosas e deprimidas.


    O gerente da Área Médica da GSK, Andres Zapata, diz que a dor de cabeça resulta de sinais que interagem entre o cérebro, vasos sanguíneos e nervos circundantes.

    O tipo mais comum é a cefaleia tensional com 65% e a enxaqueca com 61%. No Brasil, as dores de cabeça tensionais são mais frequentes. O estresse e a tensão muscular são fatores dessas dores de cabeça. Dores de cabeça tensionais geralmente não causam náuseas, vômitos ou sensibilidade à luz. Eles causam uma dor constante, em vez de latejante, e tendem a afetar ambos os lados da cabeça. As dores de cabeça tensionais podem ocorrer com frequência e até todos os dias. Por sua vez, a enxaqueca é uma dor de cabeça que pode causar uma forte dor latejante ou uma sensação de pulsação, geralmente em um lado da cabeça. Muitas vezes é acompanhada de náuseas, vômitos e extrema sensibilidade à luz e ao som. Os ataques de enxaqueca podem durar de horas a dias, e a dor pode ser tão intensa que interfere em suas atividades diárias.

    Zapata pontua que, para algumas pessoas, um sintoma de alerta conhecido como aura ocorre antes ou com a dor de cabeça. “Uma aura pode incluir distúrbios visuais, como flashes de luz ou pontos cegos, ou outros distúrbios, como formigamento em um lado do rosto ou em um braço ou perna e dificuldade para falar.”

    O sistema de classificação desenvolvido pela International Headache Society caracteriza a cefaleia como primária ou secundária.

    As dores de cabeça primárias são aquelas que não se devem a outra condição médica. As cefaleias primárias mais comuns incluem enxaqueca e cefaleia tensional.

    As dores de cabeça secundárias estão relacionadas a outra condição médica, como:

    Ferimento na cabeça

    Pressão alta (hipertensão)

    Infecção

    Congestão sinusal

    Trauma

    Tumor


    Os gatilhos comuns de dores de cabeça tensionais ou enxaquecas incluem:

    Uso de álcool

    Mudanças nos padrões de alimentação ou sono

    Depressão

    Estresse emocional

    Uso excessivo de
    medicamentos


    Tensão nos olhos,
    pescoço ou costas, causadas por má postura

    Iluminação e/ou ruído

    Mudanças climáticas

    Como tratar?

    O especialista da GSK explica que para as dores de cabeça tensionais e episódios de enxaqueca ocasionais geralmente respondem bem a analgésicos de venda livre. As cápsulas moles, também conhecidas como cápsulas líquidas de ibuprofeno, são clinicamente comprovadas para aliviar a dor da enxaqueca e também os sintomas relacionados, como náusea e sensibilidade à luz e ao som. Em pessoas que apresentam dor de cabeça ou episódios de enxaqueca, o início de ação do analgésico juntamente com a suavidade gástrica são os fatores mais importantes que devem ser considerados. 

    Além disso, alguns Medicamentos Isentos de Prescrição (MIPs) usados para enxaqueca e dor de cabeça tensional podem combinar diferentes substâncias, incluindo analgésicos como o paracetamol ou a dipirona e impulsionadores dessa ação como a cafeína. O especialista ressalta que evidências de ensaios clínicos em populações de pacientes com dor de cabeça indicam que a combinação de cafeína com medicamentos analgésicos de venda livre, melhora a eficácia do analgésico sozinho. “Como poderia ser esperado com preparações de venda livre, a tolerabilidade é boa para a grande maioria dos pacientes, e os eventos adversos são previsíveis e quase universalmente leves e transitórios.”

    Como trabalhar os analgésicos nas gôndolas do autosserviço?

    Um dos maiores objetivos do varejo farmacêutico é conseguir tornar o autosserviço em uma boa experiência para o shopper. E deixar a categoria de analgésicos fora do balcão ainda é o maior deles. Isto porque o consumidor muitas vezes não tem familiariadade com os princípios ativos, dosagens e a destinação de cada analgésico. É nesse cenário desafiador que o varejo hoje é a peça-chave para descomplicar essa gôndola e comunicar melhor cada subcategoria de analgésicos. 

    No momento da compra, o consumidor segmenta sua dor. Por isso, é importante deixar agrupados analgésicos para cada tipo: dores de cabeça, dores musculares, febre e cólica. Cada um desses universos representa um tipo de dor para esse consumidor, que vai tomar a decisão da compra baseado no que ele quer aliviar.

    Além da separação por tipo de dor, é importante deixar as marcas referência em locais bem posicionados para que isso facilite a navegação do shopper na gôndola. Analgésicos genéricos também devem estar nessa mesma gôndola, mas de preferência no final das prateleiras.

    Outro ponto importante, é deixar o blister junto ou próximo das caixas para que o consumidor possa fazer a conta do que é mais vantajoso em termos de desembolso. A missão de compra do consumidor de analgésicos hoje é focada no alívio imediato, onde os blisters são grandes motores de vendas; ou no abastecimento para casa, onde as caixas são as grandes alavancas. Por isso, é importante que os dois formatos estejam no autosserviço à disposição do cliente.


    Fonte: gerente de Gerenciamento de Categoria da GSK, Michele Gatti Alves


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