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  • ​23 de setembro: Dia de Combate ao Estresse. Os casos de depressão aumentaram 90% e o número de pessoas com crise de ansiedade mais que dobrou.

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    Os casos de depressão aumentaram 90% e o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou entre os meses de março e abril deste ano.

    A mudança brusca de rotina que a pandemia causou na vida e no trabalho das pessoas trouxe impactos também para a saúde mental. É o que mostra um estudo realizado pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e publicado pela revista The Lancet. De acordo com o artigo, os casos de depressão aumentaram 90% e o número de pessoas que relataram sintomas como crise de ansiedade e estresse agudo mais que dobrou entre os meses de março e abril deste ano. 

    Segundo informa o psicólogo do Hospital Amaral Carvalho, Rodrigo de Lima Candido, inicialmente, é importante definir que o estresse é uma reação natural do organismo diante de uma situação perigosa ou que, de alguma forma, ameace a integridade do indivíduo. “A pandemia pelo Covid-19 pode ser caracterizada como um evento estressor, uma vez que provocou inúmeras mudanças em nossas vidas, como a necessidade do distanciamento e isolamento social, o medo do contágio e consequente adoecimento, o contato com a finitude e o medo da perda de alguém querido, a insegurança econômica e a instabilidade política vivida atualmente”, diz.

    A pandemia, enquanto evento estressor, pode gerar na população grande impacto em sua saúde mental. Importante atentar para alterações emocionais, de comportamento e de humor. “Como reações emocionais podemos citar a sensação de desamparo, o isolamento psicológico, o medo paralisante e o pânico, a sensação de vazio, a impotência diante de situações que fogem do controle. As alterações de comportamento e de humor estão relacionadas a perturbações do padrão de sono, alterações no hábito alimentar (falta de apetite ou “compulsão” na alimentação), irritabilidade, rebaixamento do humor, ansiedade”, relata Candido.

    Para o presidente da WP LAB, Waldemiro Pereira Neto, o grande problema é que a pandemia desencadeou uma série de emoções antes desconhecidas pela população em geral, fazendo com que a insônia, por exemplo, se agrave. “A qualidade do sono é muito importante para a manutenção da saúde dos indivíduos e não pode ser ignorada”, enfatiza. O executivo complementa dizendo: “Se o estresse não for tratado precocemente, pode evoluir para desordens mentais mais severas, como a Síndrome do Burnout.”


    Como controlar e tratar o estresse?

    Existem diversos medicamentos disponíveis no mercado e suas ações diferem no sentido em que foram prescritos. O psicólogo do Hospital Amaral Carvalho comenta que é extremamente importante que o uso de medicamentos psicotrópicos seja feito diante da prescrição médica, uma vez que esse profissional pode avaliar a necessidade e um plano para o uso, as reações observadas, o ajuste de dose, o acompanhamento da estabilidade de sintomas. “Buscar ajuda profissional é uma das formas de cuidar da saúde mental.”

    Existem também os calmantes fitoterápicos, que são excelentes alternativas. Eles agem no organismo sendo indicados para o tratamento de sintomas leves, como estados de irritabilidade, agitação nervosa, tratamento de insônia e desordens da ansiedade. 

    De acordo com a marca Maracugina, da Hypera Pharma, a fitoterapia faz com que o ser humano volte a se conectar com a natureza e assim buscar na vegetação uma forma de ajudar o organismo em vários sentidos, como a restaurar a imunidade enfraquecida, normalizar funções fisiológicas, desintoxicar órgãos e até mesmo para rejuvenescer. 

    Os tratamentos medicinais de origem vegetal são amplamente utilizados no Brasil como integrativa terapêutica, em destaque por aqueles que estão em tratamento de doenças crônicas e fazendo uso de outros medicamentos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) considera como medicamento fitoterápico aquele obtido exclusivamente de matérias-primas de origem vegetal e o Ministério da Saúde (MS) tem estabelecido políticas que encorajam o desenvolvimento de estudos com plantas medicinais objetivando colocar em prática os benefícios advindos destas pesquisas. 

    A homeopatia também é bem aceita entre os acometidos, despertando as forças curativas do próprio organismo. 


    De que forma a categoria deve ser trabalhada no Ponto de venda?

    Para a Hypera, hoje a categoria de calmantes/fitoterápicos ainda precisa ser mais bem difundida para aumentar o rol de conhecimento do shopper, e isso requer que a categoria seja trabalhada em pontos estratégicos dentro do ponto de venda (PDV). A empresa considerou abaixo as principais medidas a serem adotadas como execução para calmantes:


    Primário: dentro do universo de fitoterápicos preferencialmente nas primeiras prateleiras se for um módulo baixo, e na altura dos olhos se for um modular de parede, pois dentro deste universo os calmantes conseguem trazer fluxo de shoppers para a categoria de fitoterápicos como um todo, e assim é necessário que a prateleira tenha boa visibilidade.


    Secundário: buscando alavancar a correção de cesta de compra/uso com suplementos vitamínicos, indicamos uma dupla exposição dentro do universo de vitaminas em lojas que tenham espaço em gôndola disponível para acoplar ao menos uma prateleira de fitoterápicos.


    Pontos extras: importante fomentar o cross da categoria em pontos estratégicos da farmácia como balcão ou ponta de gôndola próximo à vitaminas.


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