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  • TÉCNICAS DE VENDAS | Dicas para vender mais no segundo semestre

    2º semestre com mais venda

    O cliente deve sempre estar no centro do seu negócio

    Meio do ano chegou e nada melhor do que pensar nas estratégias dos próximos meses a fim de tomar as melhores decisões. De acordo com Fátima Merlin, diretora da Connect Shopper e consultora de varejo e shopper marketing, ainda estamos em um cenário de muitas incertezas e inseguranças, fazendo com que os consumidores sejam mais exigentes e seletivos, buscando marcas alternativas e opções que caibam no orçamento. “Além disso, temos percebido queda em algumas categorias e uma procura maior por promoções e parcelamentos das compras em função de todas essas questões conjunturais de saúde pública que estamos enfrentando e sem ter muita perspectiva de quando irão se normalizar. Assim, é extremamente importante acompanhar de perto as tendências e aquilo que faz sentido para o público da farmácia”, alerta.


    Cliente no centro do negócio Segundo a diretora, é fundamental conhecer a fundo o perfil dos consumidores da loja para antecipar suas preferências e atendê-los de maneira efetiva. Fátima ainda explica que, com a pandemia, fatores como praticidade, agilidade, conveniência, saudabilidade e indulgência se reforçaram. O público quer entrar na farmácia e encontrar os itens com facilidade e segurança. Não se pode esquecer também das vendas via canais digitais. “O varejo precisa atentar-se a todas as vertentes para fazer a entrega à altura das necessidades dos clientes”, ressalta.

    Equilíbrio entre estoque e rupturas

    Para ter um equilíbrio entre estoque e ruptura, os quais caminham juntos, Fátima recomenda implementar processos de gestão do mix. É primordial realizar uma compra efetiva do que é relevante, por isso a importância de conhecer os shoppers*, determinando os diferentes papéis das categorias, aspecto que irá definir o que será trabalhado em cada segmento e dentro dos quatro “P’s”. Veja a seguir:
    “Se tudo estiver bem orquestrado e orientado ao consumidor, sem dúvida nenhuma os resultados serão maximizados. Normalmente, quando o PDV conta com um superestoque de coisas irrelevantes, acaba tendo ruptura daquilo que é essencial e, por consequência, uma má administração não só do sortimento, mas de como ele está exposto nas gôndolas. É imprescindível ficar atento às participações das categorias, das marcas e dos produtos para que possa dimensionar corretamente o mix e como ele estará posicionado na farmácia”, conclui a diretora da Connect Shopper e consultora de varejo e shopper marketing.

    *Shopper: pessoa que realiza a compra.

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