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  • Mix de dor de cabeça

    ​ABC da dor de cabeça

    Orientação farmacêutica de qualidade é fundamental também no Dia Nacional de Combate à Cefaleia

    Dor de cabeça: difícil encontrar quem não sentiu pelo menos uma vez na vida. Porém, esse incômodo, que possui diversos tipos, é capaz de tornar a vida de muitos indivíduos incapacitante. Por isso, que tal aproveitar o Dia Nacional de Combate à Cefaleia para saber mais sobre o tema e auxiliar seus clientes de maneira assertiva? 

    Dr. Antônio Eduardo Damin, professor de Neurologia da Faculdade de Medicina da Universidade Nove de Julho - UNINOVE*, explica que a orientação farmacêutica é fundamental para o tratamento das cefaleias e há vários motivos para isso:

    • Aconselhar os consumidores sem diagnóstico correto para buscarem ajuda médica com o objetivo de obter um tratamento eficaz e seguro, além de afastar doenças mais graves;
    • Evitar o mau hábito da automedicação que pode causar uma cronificação da dor e até mesmo ocasionar efeitos adversos;
    • Comunicação da posologia correta do fármaco utilizado, pois muitas pessoas fazem o uso em doses ou frequênciaw não adequadas. “Com essa ação, é possível melhorar a eficácia e minimizar a ocorrência de efeitos colaterais de um medicamento, aumentando a aderência e a satisfação do paciente com o tratamento”, complementa Dr. Antônio.

    Mix de dor de cabeça

    Dra. Ana Santoro, gerente médica da GSK Consumer Healthcare no Brasil, aponta que as principais medicações para tratar a dor de cabeça são analgésicos e anti-inflamatórios não esteroidais, enquadrando-se nesse casos alguns MIPS como dipirona, ácido acetilsalicílico, paracetamol, ibuprofeno, naproxeno, diclofenaco, muito utilizados para dores leves e moderadas1.

    “Para dores mais forte e severas, que é o caso das enxaquecas, essas classes podem ser úteis3, porém existem outras, com prescrição, como ergotamina, di-hidroergotamina e as triptanas (sumatriptana, naratriptana, zolmitriptana) que são usados em casos mais graves2,3,  lembrando que é sempre importante informar aos clientes para consultarem um profissional de saúde para saber qual tipo de medicamento é o mais aconselhado”, alerta Dra. Ana.

    Trabalhando com os MIPs para dor de cabeça na loja

    Ubirajara Ribeiro, gerente de gerenciamento de categoria da GSK Consumer Healthcare Brasil, mostra que o tipo de dor que o cliente enfrenta e a marca que ele conhece para combater esse desconforto são os grandes gatilhos dentro da categoria de analgésicos. 

    Considerando o universo de MIPs para cefaleia, as marcas são grandes âncoras de como o consumidor se entende no momento da compra. Dessa forma, Ubirajara conta que a chave para expor o segmento de OTC para dor de cabeça é a blocagem das marcas, deixando todos os formatos dentro da mesma juntos, e dando ao público uma visualização fácil do item buscado.

    Outro aspecto essencial sugerido pelo gerente é investir na dupla exposição nos checkouts e balcão, pois como as marcas são muito fortes na cabeça do shopper, ativá-las nesses pontos, os quais possuem bastante fluxo, faz com que ele se lembre que necessita comprar o produto em questão4.

    “Conforme vimos acima, MIP é um segmento que já possui marcas muito fortes e claras. Sendo assim, o papel da farmácia para ajudá-lo dentro do Dia Nacional de Combate à Cefaleia deveria ser pautado em dois pilares principais: educação, oferecendo conteúdos didáticos sobre prevenção/combate), e facilidade de compra (dupla exposição, rebaixas de preço, promo packs virtuais e físicos entre outros4”, complementa Ubirajara.

    Referências:

    *Dr. Antônio Eduardo Damin é formado em Neurologia pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP) e Doutor em Ciências pela Disciplina de Neurologia do HC-FMUSP.

    1 – VEGA, M.G. Migrâneas. 2020. Disponível em: www.acoesunimedbh.com.br/sessoesclinicas/wordpress/wp-content/uploads/2020/01/FINAL-Migranea.pdf.

    2 – WANNMACHER, L. Tratamento de enxaqueca: escolhas racionais. In: OPAS. Uso racional de medicamentos: temas selecionados - 6. Brasília: OPAS; 2011. p. 55-65.

    3 – BURCH,R. Migraine and tension-type headache – Diagnosis and treatment. Med Clin N Am. 2019; 103: 215–233. 4 – Pesquisa de Shopper de Analgésicos; Setembro 2018 – Material interno GSK CH​

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