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  • Conheça o poder que o farmacêutico possui em prol da sáude da população

    ​Estamos em momento de transição...com uma evolução tão consistente que faria da teoria evolucionista (que parte do princípio de que o homem é o resultadode um processo de alterações) um conto de fadas e príncipes, protagonizado, desde o século XIX, pelo cientista 

    Charles Darwin.​


    Ironias à parte, claro que não estou me referindo à evoluçãoda espécie humana. Essa evolução é muito mais potente, porque é rápida, imprevisível e sem controle. É, na verdade, encabeçada pelo indivíduo, que foi empoderada pela tecnologia da informação e que liga tudo a todos. Para o leitor entender melhor essa ideia, eu gostaria de relembrar que, antigamente, o ritmo era mais lento e as relações e interações eram mais previsíveis e controláveis. As corporações, instituições e outras entidades dominavam as engrenagens e os indivíduos viviam à mercê de ordens e das coordenadas vindas de cima para baixo. Frente a esse cenário lento, só restava às pessoas se submeterem, acatarem e seguirem de maneira mais simples e segura. As instituições com hierarquias poderosas podiam continuar controlando o mundo, pois isso promovia certa segurança. Isso era confortável, até que chegou o momento da virada: a tecnologia da informação chacoalhou a humanidade que se viu diante de um cenário em que a interdependência promovia a força.

    Assim, o poder se fez. Os indivíduos passaram a decidir, criar e interagir...tudo ao mesmo tempo...em tempo real...em uma velocidade jamais vista, e o mundo começou a ficar instável, imprevisível e complexo, mas ao alcance das mãos.

    Esse indivíduo, protagonizado aqui pelo farmacêutico, se tornou mais poderoso e conectado. Esse profissional trabalha, produz conhecimento e compartilha informações. Agora, cada vez mais, pode estar conectado, mais livre e mais crítico.

    Ganhou voz, que deve ser ouvida.

    Estamos em uma era do conhecimento compartilhado. Tudo está à disposição: todo o conhecimento, todas as informações e todas as soluções.

    E é isso que empodera o farmacêutico e o coloca num pedestal, acima das instituições que desejam representá-lo.

    Essa conectividade do farmacêutico e de toda a cadeia, certamente, traz benefícios a todos. É fato que esse profissional irá deixar de realizar tarefas repetitivas que demandam pouco do ser humano. O conhecimento vai ser concentrado em atividades que dependem de características cognitivas e não mais de mão de obra intensiva.

    Dessa forma, fico confortável em afirmar que esses avanços tecnológicos mostram como o mundo digital está convergindo no mercado farmacêutico de maneira contundente e mudando as relações na distribuição, varejo e indústria ao redor do mundo.

    Tudo isso significa que as habilidades exigidas daqui para frente dos farmacêuticos irão mudar, portanto, a palavra de ordem é o conhecimento, adquirido, cada vez mais, por meio da qualificação do indivíduo.

    O farmacêutico gera valor para as pessoas, por meio da promoção da saúde e, consequentemente, ele se torna essencial. Assim, ele não deve esperar o cenário da legislação e dos conselhos mudar, seja por meio da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Conselho Federal de Farmácia (CFF) ou qualquer outra entidade.

    Eu tenho certeza de que é fundamental aproveitar esse período de comemorações do Dia do Farmacéutico para renovar a maneira de gerar valor para a saúde, para o negócio e, principalmente, para o profissional, que tem esse poder.​


    Autor: Marcus Vinicius de Andrade, fundador do ICTQ – Instituto de Pesquisa e Pós-Graduação para o Mercado Farmacéutico, administrador de empresas e graduando em farmácia.


    Revista SantaCruz

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