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Informações sobre o canal farma

 

  • Fim de ano: época de festas, comemoração e… antiácido!

    ​Por Tercio Souza*

    Hoje, os antiácidos movimentam no país aproximadamente R$ 500 milhões ao ano e, somente em 2017, tiveram um crescimento de 13% em valor(1). Desse montante, o tipo efervescente é o mais expressivo, com 70% do mercado. Além deles, antiácidos líquidos e pastilhas em diversos tamanhos e sabores ofertam uma grande variedade ao público. 

    Mas quem são e o que procuram os clientes desse setor? Trinta e oito milhões de brasileiros sofrem de azia e 64% desses indivíduos tratam o desconforto de alguma forma(2), buscando produtos que ofereçam praticidade de uso e alívio rápido. Quando adquirem, levam em consideração, primeiramente, a marca, seguida pelo preço, formato e sabor(3).


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    Um gerenciamento de categoria efetivo nessa época é essencial para o atendimento das necessidades da clientela. O sortimento e a exposição nas gôndolas devem estar adequados à demanda, assim como o planejamento das práticas promocionais, proporcionando maior acesso às pessoas.  

    Os antiácidos têm alta taxa de penetração e de giro, porque são itens garantidos na casa da população. De maneira geral, o cliente a enxerga como um bloco integrado de produtos que atuam tanto no estômago como no fígado. Portanto, a principal estratégia do canal farma é maximizar o sortimento nas prateleiras, disponibilizando marcas tradicionais, diversos formatos, sabores e tamanhos. Vale lembrar que toda vez que a farmácia abre mão de algum sabor, o consumidor pode migrar para outro local de compra. 

    A exposição também possui especificidades. Em primeiro lugar, é essencial que os medicamentos estejam dispostos na mesma gôndola dos produtos gastrointestinais e outros MIPs. Dentro do segmento de antiácidos, exclusivamente, o recomendado é separá-lo por marca, seguida por SKU, sabores, formatos e tamanhos, auxiliando e facilitando ao cliente encontrar a sua versão de preferência. 

    Como 50% das aquisições de antiácidos não são previamente planejadas antes da ida à loja, além de expô-los no ponto natural, os estabelecimentos precisam investir nos extras, de grande fluxo, que impactam diretamente na decisão do público. A categoria deve marcar presença massiva nos caixas e nos balcões de autosserviço para compra assistida pelo farmacêutico. Nessa última questão, uma boa apresentação e treinamento dos funcionários são diferenciais. 

    As embalagens blister nos checkouts ajudam na lembrança durante o último momento do consumidor no varejo. Os displays com a família completa dos itens são indicados para utilização nos balcões, pois propiciam uma comparação entre os SKUs e a conversão para caixas que, normalmente, têm melhor relação custo x benefício.  

    Outra dica é fazer cross-marketing, posicionando os antiácidos próximos dos medicamentos hepáticos. Isso favorece a composição da cesta e simplifica a escolha dos produtos a serem adquiridos em uma mesma ida à farmácia. 

    Investir em promoções também é um caminho atrativo em períodos sazonais. Montar uma seção específica para o segmento pode ser uma boa oportunidade não só de atendimento da demanda como de educação e fidelização. 

    Por fim, fique atento às inovações em sabores e novas soluções. Não deixe de tê-los nas lojas!


    1 IMS PMB 2017. 

    2 IBOPE 2015. Pesquisa de Hábitos e Atitudes do Consumidor. 

    3 IPSOS 2016. Pesquisa de Hábitos e Atitudes do Consumidor.


    Revista SantaCruz

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