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  • ​Diabetes: Como trabalhar essa categoria na farmácia?


    Diabetes. Cada vez mais a incidência da patologia vem aumentando nos últimos anos principalmente em função das crescentes taxas de obesidade e sobrepeso decorrentes dos maus hábitos de vida, como alimentação inadequada e sedentarismo, conforme alerta o Dr. Fernando Valente, coordenador de comunicação da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD). Atualmente, mais de 53% dos brasileiros estão acima do peso, um incremento de 26% em uma década, de acordo com dados da Vigitel.

    Dr. Fernando ainda comenta que, segundo a Federação Internacional de Diabetes (IDF), 12,5 milhões de brasileiros possuem diabetes o que corresponde a quase 9% da população colocando o Brasil como o quarto país com o maior número de pessoas com a condição. 

    “É essencial fazer o diagnóstico correto. Metade dos indivíduos com diabetes não sabem que tem a enfermidade que é crônica e silenciosa, reduz a expectativa de vida, sendo a maior causa de perda visual em adultos até 65 anos, de amputações não traumáticas, de falência renal e um grande fator de risco para infarto e AVC. Assim, é necessário um acompanhamento multidisciplinar, que assegure a adesão ao tratamento e a prevenção de complicações por meio da educação”, complementa o coordenador de comunicação da SBD.

    Diante desse crescimento, a farmácia precisa estar pronta para receber esses pacientes tanto em termos de atendimento quanto de produtos. Segundo informações da Novo Nordisk, estima-se um mercado para o segmento de R$ 5,0 bilhões em 5 anos (R$ PPP - canal farmácia)*, porém reforça que, de acordo com o IDF, de todas as pessoas com diabetes no país, apenas 46% são diagnosticadas e, dessas, somente 80% tratam. E com a melhora no acesso ao tratamento, esse número com certeza tende a aumentar. A empresa acredita que a visibilidade da patologia nas lojas acontece por meio da conscientização com a distribuição de materiais educacionais e realização de campanhas para intensificar o conhecimento dos acometidos e da sociedade em geral.

    A categoria na farmácia

    Além dos medicamentos, a categoria oferece diversos produtos para o tratamento levando os clientes até as farmácias. Por isso, é imprescindível que esses artigos estejam expostos da maneira correta para facilitar a compra e, consequentemente, ampliar as vendas. 

    Para Wellington Nazaret, gerente de produto da BD Diabetes Care, os itens precisam estar em um ambiente arejado, de fácil acesso e dentro de suas respectivas embalagens. Sobre a exposição, Wellington sugere incluí-los em um único espaço, agregando todos aqueles relacionados, para que a pessoa sinta que tudo o que ela necessita para o cuidado com a sua saúde está no mesmo local e, ainda, contar com profissionais capacitados para sanar as dúvidas e orientá-la. Quando possível, o gerente recomenda organizar da seguinte forma: 

    noticias_SantaCruz_Ed228_01.png Suporte ao tratamento: produtos que têm impacto diretamente na saúde e controle da glicemia e são de uso crônico (seringas, agulhas, lenços de assepsia, lancetas, tiras, monitores) que devem estar posicionados na altura dos olhos e preferencialmente à esquerda da gôndola;
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    Cuidados gerais: hidratantes, medidor de pressão, produtos para micose e cremes para os pés à direita dos itens de suporte ao tratamento;
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    Nutrição: adoçantes, alimentos diet.​
     

    Saber quem são os compradores também é fundamental para trabalhar o segmento. Segundo o gerente, quem adquire a categoria são os próprios pacientes e os cuidadores os quais procuram ótimos produtos que garantam segurança no tratamento. Por exemplo: no momento da escolha de uma agulha ou seringa, os clientes buscam a marca que lhe proporcionam mais conforto, pois a qualidade desses itens refletem na adesão ao uso da insulina. 


    “Como o consumidor com diabetes realiza a aquisição de vários artigos, o estabelecimento pode oferecer diversos produtos correlacionados. As ações de cross merchandising estimulam o comportamento de compra gerando benefícios para o tratamento. Vale lembrar que um paciente não insulinizado vai a farmácia, em média, 17 vezes ao ano e os insulinizados visitam, em média, 24 vezes ao ano”.


    *Referência: Pharmacy Purchase Price   

    Revista SantaCruz


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