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  • ​As pontas de gôndola podem trazer vantagens para os clientes e, também, para o seu negócio

    As pontas de gôndola dão maior visibilidade para os produtos gerando mais vendas, além de favorecer as compras por impulso e as aquisições não planejadas já que podem lembrar o cliente de determinado item que ele viu em alguma propaganda.

    De acordo com Alessandra Lima, diretora da Mind Shopper, a ponta de gôndola pode exercer três funções na farmácia: 

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    No primeiro caso, a ponta de gôndola precisa passar a sensação de promoção. A ideia nessa estratégia é gerar volume adicional, incluir marcas âncoras que estão na cabeça do consumidor e ter um mix enxuto. “Para converter a venda na ponta de gôndola, o cliente deve ter uma percepção de oportunidade, que aquele produto é uma vantagem, espaço onde ele adquire uma categoria que não estava em sua lista, que não tinha a intenção prévia de comprar. Vale lembrar que essa sensação não necessariamente é preço, pode ser um leve e pague ou leve e ganhe, mas tem que mostrar essa impressão de benefício”, complementa.

    Alessandra também destaca a importância da organização. A regra é ter equilíbrio, pois uma variedade grande de itens em um local reduzido causa confusão. Em ambientes bagunçados, a decisão de compra não é rápida e a ponta de gôndola tem velocidade como característica. Por isso, a diretora indica trabalhar em regime de tratamento, isto é, expondo as linhas que tenham poucas frentes em ordem de uso, mas desde que sejam de marcas fortes. “Não dá para trazer todo o sortimento de determinado segmento que você vai promocionar, pois perde-se a sensação de oportunidade que a ponta de gôndola tem que passar”. 

    Outra maneira de utilizar as pontas de gôndola é a colocação de lançamentos e novidades. Alessandra explica que existe diferença entre os dois termos. Novidade é o produto que foi lançado no mercado, mas tem baixa penetração até pelo não conhecimento por parte das pessoas, pode ser um item inovador, diferenciado, algo que o consumidor ainda não foi impactado ou não teve acesso. E o lançamento, como o nome já diz, é um artigo novo. Em ambos os casos, a ideia não é obrigatoriamente promocionar e sim apresentar para o indivíduo, impressioná-lo com a novidade e/ou lançamento. Essa finalidade da ponta de gôndola não irá trazer um volume adicional tão grande, mas vai criar uma imagem de que o estabelecimento está trabalhando com inovação, construindo uma relação com o público. “Muitas vezes, a venda não é convertida na primeira visita, porém ocorre nas próximas, pois a pessoa já sabe que a farmácia possui aquele produto, ou seja, ela foi atingida pela novidade. É importante também ficar atento as principais categorias e marcas que estão nas mídias visto que o cliente será impactado pelas propagandas e, ao chegar no estabelecimento, terá a lembrança”. 

    E a última função desse ambiente comentado pela diretora da Mind Shopper é expor de acordo com a sazonalidade. O objetivo é que o indivíduo entre na loja e saiba que a estação já chegou e as pontas de gôndola facilitam muito nessa visualização. Porém, não pode se esquecer de continuar incluindo os itens sazonais no ponto natural, pois é nele que o consumidor irá buscá-los, a ponta de gôndola servirá como volume extra ao disponibilizar marcas fortes e características do período, com um mix reduzido, priorizando os artigos que mais vendem. “Na sazonalidade, a finalidade da ponta de gôndola é somente volume adicional, é trabalhar com decisão rápida, com mercadorias que o cliente bate o olho e leva. Outra dica, é apostar nos segmentos que estão em crescimento no mercado, isto é, unindo duas estratégias: novidades e produtos que já são específicos da época”. 


    Revista SantaCruz

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